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Adoro isto porque odeio aquilo

por Blogs Zé Consciência, em 31.08.13

 

O que significa ser-se fã? É gostar muito de algo.

Mas para muita gente, é não gostar de tudo o que lhe é oposto.

Por exemplo, eu sempre fui fã da banda Limp Bizkit, um conjunto musical norteamericano que mistura hip-hop com rock pesado.

O que isso significa? Que simplesmente adoro a sua música!

O facto de ter os cd's todos e de já ter ido a concertos deles, são bonus. O principal aqui é o meu gosto.

Mas uma vez ouvi dizer que os fãs de Metallica (uma banda de metal norteamericana) não gostam dos fãs de Limp Bizkit.

Sim, os géneros, apesar de pertencerem ao rock, são distintos, tendo em conta que os Limp Bizkit se aproximam mais do hip-hop.

A questão é que muita gente alimenta o seu favoritismo rebaixando o dos outros.

Gosto de Metallica porque não gosto de hip-hop. (Não é isto, obviamente, mas entendam a minha metáfora)

Há uma tendência muito grande de rebaixar algo para favorecer outra coisa que gostamos. E ser fã não deveria ser assim.

O melhor exemplo é o futebol.

Nunca percebi porque é que os fãs do Sporting não gostam dos fãs do Benfica e vice-versa. O que é que faz uma pessoa dizer que é do Sporting? É o facto de adorar as vitórias do clube ou das derrotas do "rival"?

Como é que isto começou? Nem sei...

Eu sou fã do Benfica mas não sinto raiva do Sporting. Aliás metade da minha família é dos verdes e brancos e, por isso, até tenho um carinho pelo clube.

Não sei porque é que gostar de algo implica odiar e rebaixar outra coisa.

E vemos isto em praticamente todos os meios de entertenimento. 

Com tanto ódio nunca poderemos conhecer o que todos os pontos de vista têm para nos dar.

Abram as vossas mentes e sejam recetivos!

E se realmente são fãs, favoreçam o que apoiam e não rebaixem o resto!

 

Música do Dia: Mind Da Gap - Dedicatória (1997)


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publicado às 22:37

Regresso Às Aulas

por Blogs Zé Consciência, em 30.08.13

Penso que hoje é a melhor altura para falar disto, tendo em conta que agosto está a terminar.

Quando estava no Jumbo deparei-me com uma situação que me deu muito que pensar.

Passaram por mim duas raparigas muito jovens vestidas de forma alternativa, com roupa preta e meias e bandeletes cor de rosa. 

Automaticamente vem-nos à cabeça a palavra "góticas" mas a mim surgiu-me mais "pseudo-rebeldes".

Não estou a criticá-las pela forma como se vestiam, aliás não costumo julgar ninguém pelas roupas que usam, mas sim pelo que disseram.

Sabemos que os centros comerciais se preparam para ocasiões especiais um mês antes (três meses no caso do Natal), e estando-se a aproximar o novo ano letivo escolar, já estão em exposição produtos escolares com cartazes enormes referentes ao regresso às aulas.

Ao passarem por esta secção, uma das pseudo-rebeldes soltou um comentário como uma flatulência que não pôde conter, "regresso às aulas? que nojo!".

Esperei que passassem por mim, que se afastassem mais um pouco, e aí soltei a minha risada.

Mas a verdade é que grande parte dos jovens vê a escola como um ambiente negativo.

E fiquei a pensar, porque será?

Nas escola as crianças aprendem cultura geral e são formadas enquanto cidadãos. Mas a rebeldia faz sempre parte desse processo de aprendizagem.
Eu sou hoje um adulto, mas fui jovem à pouco tempo, e também já tive os meus momentos de "pseudo-rebeldia". Mas não me lembro da escola como algo negativo. De tal forma que sempre quis ser professor, ou seja, sentia vontade de voltar!

Mas o que será que leva os jovens a verem a escola como algo tão negativo?

Óbvio que este é um "estudo" que ainda não foi trabalhado, não tendo por isso um resultado definitivo oficial. Mas a única ideia que me ocorre hoje é "regras". 

Os jovens passam grande parte da sua juventude com regras. Vão para casa e têm as regras dos pais, vão para a escola e têm as regras da mesma.

Desde muito novos que as crianças são bombardeadas com regras. E quando isto não se confirma, é óbvio nos comportamentos dos miúdos.

Mas eles não querem viver com regras! Estão fartos delas! Que nojo!

Eles são bombardeados constantemente com regras que não compreendem! E é este o factor que os leva a desprezá-las, a incompreensão.

Para eles as regras são limitações para a vida, não são formas de viver em segurança e harmonia. Eles simplesmente sabem o que devem e o que não devem fazer, porque alguém mais velho lhes diz.

Eles pensam que não devem fumar porque se os pais os apanham levam um estalo ou um castigo. Não sabem que fumar aumenta a probabilidade de lhes provocar um cancro, ou pelo menos sabem mas não compreendem.

E isto responde também à questão, porque é que quando nos tornamos adultos sentimos saudades da escola que nos enojava?

Porque finalmente compreendemos as regras!

E depois casamos, temos filhos e transmitimos as regras que aprendemos quando eramos novos. E mais uma vez eles não vão compreender e a única justificação que sabemos dar é "porque sim, cala-te!".

E o ciclo repete-se...

 

Música do Dia: Deftones - Back To School (Mini Maggit) (2001)

 

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publicado às 22:29

Os peões

por Blogs Zé Consciência, em 27.08.13


Fui ao dicionário procurar a definição de guerra.

Aqui está o que encontrei:


guerra |é| 

s. f.
1. Inimizade declarada e luta à mão armada entre nações ou partidos.
2. [Por extensão]  Inimizade e actos de hostilidade entre famílias ou pessoas; campanha.
3. Arte militar.
4. Profissão de militar.
5. Negócios militares.
6. [Figurado]  Oposição; luta.
7. Jogo de bilhar entre três jogadores.

Bem, sobre a sétima definição, deixarei para outro post (ou talvez não).
Mas vamos pensar na primeira da lista, a que todos conhecemos.
Eu não sou soldado e, por isso mesmo, esta é uma visão de alguém de fora que apenas vê um facto óbvio.
A guerra é um conflito, um ato de violência, seja por defesa ou por ataque. É uma autorização para assassinar.
Mas não é um conflito entre nações e partidos, mas sim entre seres humanos.
São os seres humanos que lutam, homens e mulheres.
Lutam pela defesa do seu país, ou pela cobiça dum outro homem ou mulher representantes do seu país.
São homens e mulheres, que seguem ordens.
A guerra é um meio agressivo de atacar ou defender, segundo as ordens dos superiores.
Mas esses não lutam na guerra! Não levam tiros, não correm pela vida, não choram os familiares e amigos perdidos, não regressam a casa com traumas psicológicos, nem sequer se sujam com lama. Esses são meros jogadores de xadrez, que avançam os seus peões para defender um rei, que nesta metáfora funciona como um interesse, seja ele qual for.
Não são as nações nem os partidos que lutam à mão armada, mas sim os soldados, os peões perdidos num tabuleiro que treinam para andar sempre em frente, na frente do campo de batalha.

Música do Dia: Rise Against - Hero Of War (2008)

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publicado às 23:26

O estereótipo do casamento

por Blogs Zé Consciência, em 25.08.13

 

Vou ser honesto, durante muito tempo não tinha opiniões positivas sobre o casamento.

E mesmo hoje em dia, há coisas que me deixam de nariz torcido.

Encontramos alguém com quem nos identificamos, apaixonamo-nos e começamos a namorar.

Depois seguem-se os passos seguintes de viver com essa pessoa e construir uma família. Chama-se a isto aprender a voar.

Surge então aquela pergunta, maioritariamente feita pelo homem, porque só ele pode ser nobre!

"Queres casar comigo?"
"Aaaaaahhhhh!!! Oh meu Deus!! Sim, sim!!!"

Saltos, beijos e abraços e muuuuuuuuuitos telefonemas aos familiares e amigos.

Depois há o vestido e fato, os convidados, a comida, os entertenimentos, a igreja, o padre, a música, o local, o copo de água, o copo de vinho, o pão com manteiga, etc.

Há a lua-de-mel, onde decorre normalmente a dança nupcial (*cof*cof* pois claro...) surge miraculosamente um filho e, na maioria dos casos... o divórcio.

E só esse divórcio requer arranjos novos como o casamento! O advogado, os conflitos, a custódia do pequeno, os estaladões, os gritos, os choros, a divisão de bens, os telefonemas a toda a gente que se embebedou no casamento e que ainda estão a recuperar da ressaca, etc.

Bem, vamos tentar reformular isto, antes que muitas mulheres atirem ovos ao monitor do computador...

Eu não sou contra o casamento, é uma cerimónia que celebra um laço amoroso.

Mas muita gente pensa que essa cerimónia é que dá início à relação entre as pessoas.

"Nós estamos casados há 5 anos! Vamos celebrar!"

E o início do namoro? É secundário?

Depois é a ideia do homem ter de se ajoelhar à frente da mulher e entregar um anel caríssimo e perguntar se ela se importa de fazer uma cerimónia, também ela caríssima, para celebrar a sua união.

A mulher, na melhor das hipóteses aceita.

O homem pensa, "despedida de solteiro!!!"

E a mulher pensa "vestido de noiva!"

Vamos falar de despedidas de solteiro. O que raio é isso? Qual é o sentido?

Ok, o homem vai-se casar e por isso está condenado a nunca mais na sua vida poder estar com outra mulher e fazer macacadas com os amigos! Vamos todos a um bar de strip e apanhar o bebedeira!

Como se o casamento fosse mesmo impedir tanto o homem como a mulher de se trairem ou separarem.

Isto só prova que não se deve jurar perante Deus, que vamos amar o não sei quantos na saúde e na doença até que a morte os separe.

O casamento é uma cerimónia bonita quando não é feita impulsivamente e sim com coração. E mesmo com o coração podem surgir problemas!

Mas a meu ver, o próprio namoro já deveria ser visto como uma união importante e uma família não deveria ser considerada como tal apenas quando se casam.

Quando alguém me diz, "olha lembras-te dos não sei quantos? Divorciaram-se." Eu não me sinto surpreendido. Não abro a boca a dizer "ahhhh que horror!!"

Se as pessoas já não estão felizes juntas, separam-se. Simples, não deveria ser tão complexo como um projeto científico.

A verdade é que as pessoas têm de casar, seja como for, para serem consideradas oficialmente um casal, uma família e para terem direito às respetivas regalias e respeito.

Como disse, não sou contra os casamentos, mas penso que por vezes são impulsivos demais.

Mas o que não compreendo é quando (maioritariamente) a mulher acrescenta o apelido do homem. Os pais da mulher deram-lhe um nome que ela teve durante a sua vida toda, e subitamente passa a fazer parte da família do marido? E se por acaso se divorciarem? Lá vai ela ter de tirar aquele nome!...

O problema dos casamentos é quando o homem o encara como uma condenação à castidade e a mulher o encara como o salvamento do cavaleiro nobre no cavalo branco. 


Música do Dia: Nightwish - Nemo (2004)


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publicado às 22:44

Música: The Eternal Fantasy

por Blogs Zé Consciência, em 23.08.13

Porque na nossa mente, a imaginação é uma jornada eterna.


Música da minha autoria.



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publicado às 22:45

Partilha: O nosso reflexo

por Blogs Zé Consciência, em 22.08.13

 

O que muita gente não se apercebe é que as crianças vão crescer com princípios estipulados por quem toma conta delas.

Existem pessoas boas e pessoas com más intenções, que infelizmente transmitem esses princípios às suas descendências.

Não há nada melhor do que ver uma criança a estender uma mão com respeito, da mesma forma que não há nada pior do que ver uma criança a tratar mal alguém.

Pior ainda é quando se vê um pai a apoiar essas atitudes desrespeitosas, ensinando às crianças princípios egoistas e não de igualdade e entreajuda.

O triste não é o de ver alguém a ser mal educado, mas sim o de termos noção que um dia essas crianças viverão sozinhas sem se conseguirem relacionar com alguém.

Ralhar não é sinónimo de castigar. Nós vemos como os adultos encaram os castigos, quando vão presos e fazem as mesmas asneiras quando regressam.

Ralhar deve ser um ato de alerta. 

Da mesma forma que um presente deve ser uma recompensa ou um carinho que gera um sorriso, e não uma forma de calar a criança.

Os nossos princípios surgiram pelas nossas experiências pessoais na vida, mas começaram com as que nos deram em casa.

Como diz no video, as crianças vêem, as crianças fazem.


Música do Dia: Beach Boys - Good Vibrations (1966)

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publicado às 21:03

Quando interrompemos

por Blogs Zé Consciência, em 20.08.13


Já vos aconte...........

Já vos aconteceu serem.........

Ok, já vos aconteceu serem interrompidos por uma pessoa?

É como estarmos a correr por um trajeto que estamos familiarizados. Sabemos exatamente por onde caminhar e quase que deslizamos por ele.

Sermos interrompidos é como nos porem uma parede à nossa frente, sem aviso.

Dói, o raciocínio fica pela metade e sentimos aquela pressão no peito, aquela energia que nos levou a expulsar tanta informação; ela precisa de sair!

E depois há pessoas que nos interrompem para continuarem a nossa frase, querendo demonstrar que sabem tudo!

Mais uma vez, pegando no mesmo exemplo, estamos a correr, metem uma parede à nossa frente, batemos nela, caímos e depois tiram a parede e dizem-nos, "é só para te dizer que o caminho é por ali".

Enfim... Sabem porque sei que é chato? Porque já fiz isso algumas vezes.

Eheheheheh

Ok, vamos ser honestos! Não estou constantemente a interromper as pessoas! 

Adoro ouvir as opiniões dos outros e respeito o que têm para dizer.

Mas tal como tudo no mundo, não sou perfeito e já houve alguns momentos em que dei por mim a interromper outra pessoa.

Óbvio que conheço a sensação da interrupção por já ter sido interrompido, e dói.

Mas se sei isso, porque é que já o fiz?

Porque nós somos protagonistas da nossa própria história e os outros são atores secundários.

É duro e pareço uma pessoa cruel ao dizer isto, mas a verdade é que todos pensamos assim.
Todos temos dentro de nós uma mentalidade egoista. É o mais natural, tendo em conta que os nossos instintos mais primários são instintos egoistas.

Pensamos em nós próprios mesmo quando fazemos algo pelos outros, é natural, instintivo.

Não deixamos de ser boas pessoas por isso! Aliás, quem me conhece não me vê como uma má pessoa... exceto as formigas cá de casa...

Mas temos sempre dentro de nós impulsos egoístas, que aprendemos a controlar desde que fomos educados. E esta é uma palavra chave neste tema.

Educação! Coisa que nem toda a gente tem, como já referi em posts anteriores.

Bom, mas hoje queria dizer que todos nós temos estes impulsos e todos nós passamos por vezes por cima dos outros, sem qualquer noção de maldade.

Porque quem interrompe algumas vezes, é interessado e tem muito a dizer. Mas quem interrompe sempre, é um péssimo ouvinte!

 

Música do Dia: Eminem - Without Me (2002)


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publicado às 21:32

Pensamento do Momento

por Blogs Zé Consciência, em 17.08.13


Uma vez perguntaram-me como é que tenho inspiração para escrever todos os dias qualquer coisa.

A verdade é que não tenho inspiração todos os dias. Muitas vezes até nem estou com disposição para escrever, como se a minha cabeça estivesse vazia.

Dizer que vou escrever sobre o "pensamento do dia" é, de certo modo, enganar os meus caros leitores, tendo em conta que escrevo mais sobre o "pensamento do momento".

Mas como qualquer trabalho de entretenimento publicado, este também não é honesto.

Vejamos exemplos:

Os atores dos filmes de ação têm duplos para cenas físicas mais complicadas.

As músicas são gravadas bocado a bocado e não são produzidas todas de seguida.

Os livros que são lidos numa semana são o resultado dum longo trabalho, onde até a primeira frase pode ser a última a ser escrita.

Um blog sobre o pensamento do dia, fala sobre o que me vem à cabeça no momento e não do que ficou durante o dia todo.

E por vezes, nem quando estou sentado a olhar para este quadrado vazio, sei sobre o que vou escrever. Fico a navegar pela Internet, à espera de ver qualquer coisa que sirva de inspiração.

Mas às vezes há aqueles momentos em que sei exatamente sobre o que vou dizer e como!

Ainda pode acontecer não ter mesmo nada para desenvolver, escolhendo partilhar um video interessante com os meus caros leitores.

Seja como for, este trabalho de lazer, que nem sei por quantos é visto, é feito com um nível de empenho que de forma alguma se consegue ter todos os dias.

Não, eu não tenho inspiração todos os dias. Mas tento sempre ter algo a dizer, conseguindo deixar aqui um testemunho dum momento, que acaba por marcar este dia.

Pensando bem, o "pensamento do dia" não é assim tão desonesto.

 

Música do Dia: Pink Floyd - Another Brick In The Wall (1979)


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publicado às 22:26

Cozinha social

por Blogs Zé Consciência, em 16.08.13

 

Eu vou admitir uma coisa...

Não fui habituado a cozinhar a minha comida.

Isto não é um problema quando chegamos à mesa e temos a paparoca pronta. Mas quando estamos sozinhos só temos duas hipóteses: ou nos habituamos ou passamos fome.

Bem, eu tenho estado nessa situação e lá tentei cozinhar algumas coisas.

Não me quero gabar, mas não me safo mal!... Apesar de não variar mais do que hamburguers de frango com arroz ou esparguete, ou lombinhos de peixe com arroz ou esparguete. Sei lavar alface e tomate e sei descascar bananas e maçãs. E também preparo umas maravilhosas taças de cereais!

De vez em quando lá meto uma pizza no microondas, mas não o faço muitas vezes.

Mas o arroz tem sido a minha fonte principal de hidratos de carbono. Tenho comido tanto arroz que até já espirro em chinês!... Em vez de "atchim" digo "yu chon"!

Apesar das minhas aventuras e de imensa louça e panelas por lavar, houve uma coisa muito importante que descobri. É muito melhor cozinhar com companhia do que sozinho!

A sério, caros leitores, cozinhar em conjunto pode ser uma experiência social comparável a um encontro num café ou restaurante.

Em vez de gastar €0,50 ou €0,60 num café, ou €15 ou €20 num jantar, combina-se com o mesmo grupo ir a casa de alguém cozinhar!

As pessoas riem-se, colaboram, partilham ideias, conversam enquanto a comida aquece e descobrem muito uns sobre os outros!

Podem achar que estou a brincar, mas se pensarmos bem, cozinhar em conjunto é bom para toda a gente, até os mais novos!

Desenvolvem a amizade, a independência e o sentido de cooperação.

Ir a um café é bom para por a conversa em dia, ir ao cinema é bom para ver um filme e estarem calados, se fazem o favor!! *cof cof*, passear é agradável e saudável. Mas cozinhar em grupo é uma experiência igualmente social, que é seguida de uma refeição em conjunto (e mais barata do que comer fora!).

Só vantagens! Experimentem!


Música do Dia: Clã - Problema de Expressão (1997)


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publicado às 22:28

Arrogância

por Blogs Zé Consciência, em 14.08.13


As pessoas por vezes são tão arrogantes!

Porquê? Qual é a necessidade?

Ou é porque se sentem poderosas, ou porque se sentem invadidas, ou porque não toleram um erro, ou porque tiveram um mau dia... Seja por que razão for, as pessoas são muitas vezes arrogantes.

Mas sabem que mais? Dá-me gozo quando me falam mal. A sério, acho piada!

Porque estão a tentar criar um conflito, ou porque se acham cheias de razão! Há pessoas que sentem essa necessidade, como forma de compensar qualquer coisa. Um sentimento de inferioridade.

Digam-me, caros leitores, quantas vezes perguntaram alguma coisa a alguém e vos responderam com duas pedras na mão, ou humilharam-vos?

Outra coisa que não suporto, outra arrogância, é quando não tentam compreender uma pessoa que é diferente de si e, por isso, rebaixam-na.

Por exemplo, vamos imaginar que estou com um grupo de pessoas com opiniões e maneiras de estar diferentes das minhas. E naquele momento eu gostaria de me integrar no grupo.

Agora imaginem que digo uma piada, que até é oportuna, mas que ninguém compreende.

Acham que me vão pedir para explicar ou dizer "desculpa mas não percebi"?!

Não! Vão-me rebaixar e olhar para mim como um ser vindo dum planeta estranho.

Porque para estas pessoas só existem as pessoas iguais a eles e os outros.

(Não se preocupem que isto foi uma situação fictícia, não me aconteceu mesmo... Pelo menos há pouco tempo...)

Sabem porque é que adoro quando são arrogantes comigo? Porque sou imune a isso e apenas consigo pensar, "coitadinho, precisa de tratar mal os outros para se sentir bem consigo".


Música do Dia: Chubby Checker - Let's Twist Again (1961)


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publicado às 21:03

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No final do dia, sobra sempre uma ideia para conversar e refletir. Zé Consciência

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