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Tráfico de sintomas

por Blogs Zé Consciência, em 08.10.13

Já uma vez fiz um post sobre o álcool, mais ou menos quando comecei a escrever no Pensamento do Dia.

Ora, já foi há... mais de cinco meses.

"Oh tempo, não vás embora! Anda cá para os meus braços!"

Enfim!...

Os meus caros leitores já ouviram certamente nomes como, marijuana, metanfetamina, haxixe, ecstasy, cocaína, LSD, cogumelos mágicos, heroína, ópio... E a lista continua.

Isto são drogas, ou seja, substâncias que provocam variados sintomas e que, basicamente, destroem o nosso corpo pouco a pouco.

Defenindo numa só palavra, as drogas são MÁS.

Mas por alguma razão, ainda existem milhares de pessoas a consumirem estes produtos.

As drogas mais vendidas são o tabaco e o álcool, que, tal como as outras, também causam sintomas e destroem o corpo. Mas como são legais já não tem problema.

A questão é esta: Porque é que continuam a existir pessoas que consomem estes produtos?

Algumas são por vício, porque as drogas causam dependência, apesar de eu não ter a certeza se é mesmo a droga ou se são os sintomas que causam essa dependência.

Isto dos sintomas também tem que se lhe diga. Chamam-lhe moca, porque soa menos mal.

Se eu disser que estive a alucinar e que vi o Mickey a convidar-me para ir andar de foguetão até à lua dos doces, prendem-me num manicómio. Mas se eu disser que apanhei uma moca onde vi o Mickey, o foguetão e a lua dos doces, riem-se e partilham também as suas histórias coloridas e imaginativas.

Ou seja, sintomas soa muito mal, mas moca dá vontade de rir...

Ok, tenho uma nova ideia! Vou para a rua vender a minha nova droga: Fogo.

Podemos mesmo dizer que será o novo grito (se é que me entendem).

Já estou a imaginar:
"Epá, o que tens aí?"

"Olha tenho branca, cogumelos (e passa um polícia) com arroz e frango... (o polícia vai-se embora) axe, ex..."

"Népia, queria algo mais forte!"

"Epá, tenho fogo."

"Fogo?! O que é isso?"

"Olha, é uma nova cena, que dá uma moca do caraças! Quanto mais tempo tomares maior é a moca."

"Eeeehhhh, mostra lá essa cena!"
Depois tiro um isqueiro do bolso e acendo-o...

"O que é isso?!"

"Isto é a amostra! Pensavas que te ia dar já a moca de segundo grau?! Levas a amostra e depois, se quiseres mais, pagas! Mas aviso-te que esta cena é forte!"

Será que tinha sucesso? É que funciona da mesma maneira! Provoca sintomas e destrói o corpo, apesar de ter uma moca muito mais rápida. E, pensando bem, há mais uma característica em comum com as drogas... Nós já sabemos antes de experimentar que faz mal.

Mas olhem, ao menos esta é legal!... 


Música do Dia: Missy Elliott - Get Ur Freak On (2001)


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publicado às 21:17

Pensamento da Semana: Happy Thank You More Please (Análise de filme)

por Blogs Zé Consciência, em 07.10.13

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publicado às 23:47

...

por Blogs Zé Consciência, em 06.10.13

Por razões de trabalho, não será possível deixar hoje o vídeo do Pensamento da Semana.
No entanto, publicá-lo-ei amanhã.

 

Até lá! 

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publicado às 23:45

Poema: Indefinido

por Blogs Zé Consciência, em 05.10.13

 

Esta é a letra duma música que compus há pouco tempo.

A música transmite um ambiente pesado e triste. Como um grito de desespero sem definição.

A letra procura reforçar essa emoção através das palavras.

É uma letra triste, mas não deixa de ser arte por isso!

Assim sendo, espero que gostem. 

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Imagino se o vento fosse um mensageiro,

Tudo era mais claro, sem borrões e sem dinheiro.

As mensagens eram frases espalhadas pelo ar,

folhas soltas, caídas, sem destino, perdidas.

Imagino como seria o céu

se pudesse esticar a mão e agarrar um sonho teu.

Seria fácil de te ver, sem ter de imaginar

Fosse um sorriso ou um olhar.

 

Por isso vivo perdido,

Sem espaço, sem tempo, imaterial, sem sentido

Não sinto saudades do que nunca tive,

Não sofro nada se nem estou vivo.

Sou apenas um deambulante com destino surreal

que aparenta ser vivo e normal.

Mas eu não sou a definição da realidade,

sou só um ser humano a tentar desvendar a verdade.

 

E quem sou eu p'ra me encontrar?

Se o mundo inteiro não é lugar.

E quem és tu p'ra desvendar

o que está p'ra além do meu olhar?

E quando chego ao infinito?

Quando terminará este conflito?

Quando terei paz no coração,

Sem ser mais um vivo sem definição?

 

Imagino-me transparente,

um fantasma neste mundo, sem corpo e sem mente.

Livre de amar todas as histórias que conto...

... as fantasias que invento...

Podia ser um livro aberto com as folhas em branco

e as páginas queimadas em cada canto.

Sem perguntas p'ra fazer e sem respostas p'ra dar

seria apenas uma corrente de ar.

 

Por isso vivo perdido,

Tenho muito p'ra dizer e nada p'ra contar.

Não sinto saudades nem nunca sentirei,

Não sofro nem nunca sofrerei.

Sou apenas um deambulante com destino surreal

sou tanto o bem como o mal.

Sou instável, tenho a realidade intermitente.

Não sou igual nem sou diferente.

 

Tenho a vida escrita na mão

onde cada frase é uma interrogação.

As linhas estão tortas e sobrepostas...

 

... Será que devo saltar?...

 

...

 

E quem sou eu p'ra me encontrar?

Se o mundo inteiro não é lugar.

E quem és tu p'ra desvendar

o que está p'ra além do meu olhar?

E quando chego ao infinito?

Quando terminará este conflito?

Quando terei paz no coração,

Sem ser mais um vivo sem definição?


Sou apenas uma questão!


Música do Dia: Protest The Hero - C'est La Vie (2011)


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publicado às 20:09

A música em nós

por Blogs Zé Consciência, em 01.10.13


Porque é que a música é importante?

Para começar, é uma das maiores criações do ser humano e começou por ser uma forma de prestar tributo aos deuses.

Hoje em dia, é isso tudo e muito mais.

De facto a música sempre teve o seu quê de divinal. Uma forma de comunicar todo o tipo de emoções e de contar histórias, limitadas apenas pela nossa imaginação.

O que me deixa espantado é que apesar de parecer divinal, a música é humana; bela e imperfeita ao mesmo tempo, apesar de ter sido durante muitos anos uma forma de se atingir a "perfeição".

Sinto-me um privilegiado por tê-la dentro de mim e por conseguir exprimir-me através da mesma.

Quando faço música, é como escrever uma emoção cuidadosamente pensada e trabalhada.

Ao terminar esse trabalho, ouço-o inúmeras vezes. É como ouvir-me a falar numa língua diferente que só eu entendo e que cada um compreende à sua maneira.

Todos nós apoderamo-nos da música como uma forma de expressão nossa. Dedicar uma canção ao nosso amor, ouvi-la quando estamos tristes, partilhá-la para reforçar um ponto de vista, etc.

Mas todos vocês têm a capacidade de a criar. Seja trauteando, assobiando, batendo palmas, ou até mesmo cantando.

Qualquer objeto pode servir como instrumento musical, basta sermos criativos!

A música é cientificamente um conjunto de ondas sonoras matematicamente regulares.

É isto que teoricamente a distingue do ruído, mas este também é usado como forma de expressão musical.

A música difere de cultura para cultura, mas ao mesmo tempo une-as todas num só meio de comunicação. 

É a voz da revolta, um grito de desespero, um choro abandonado, um sorriso, um conto, toque de paixão, uma carta que ficou por escrever...

É uma extensão da nossa alma.

Depois de avaliar bem, vou reformular a pergunta inicial:

Em que é que a música não é importante?

 

Música do Dia: Evanescence - Call Me When You're Sober (2006)


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publicado às 21:27

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No final do dia, sobra sempre uma ideia para conversar e refletir. Zé Consciência

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