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Música: Dogma

por Blogs Zé Consciência, em 19.08.14

Go! Believe what you want
And never did before
Pretend that you know how life is fair
Believe what you want
And even if you say
You'll always live a life that's dark and grey

 

It's fake to the blood
It's fake to the bones
It's fake to the soul
It's all you care

 

I see the truth in your eyes
Before you even smile to me
If love is all that I believe
Love is the dogma of my life

 

Backfire my words, backfire my thoughts
Backfire my heart until it's gone

 

Some say I can fight, some say I don't
Some say I care too much, but it's not fair

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publicado às 01:55

Música: O Tempo Passa

por Blogs Zé Consciência, em 17.08.14

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publicado às 11:50

Música: Novo Dia

por Blogs Zé Consciência, em 17.08.14

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publicado às 08:21

A celebração do amor

por Blogs Zé Consciência, em 09.08.14

Hoje é um bom dia para pensar em casamentos.

Houve uma altura na minha vida em que criticava muito os casamentos. Dizia que o casamento transforma o amor num negócio, que o desvaloriza a favor de um contrato.

É verdade que para muitos, o ato de casar continua a ser uma prova de amor, um contrato, uma desvalorização da união que inicialmente uniu o casal.

Não é por acaso que a taxa de divórcios tem vindo a aumentar ao longo dos anos. Nos anos 60 havia 1 divórcio em cada 100 casamentos, mas hoje em dia há mais de 70. 

O casamento tornou-se um ato romântico banal, há casais que nem sentem a necessidade de casar e que têm uma vida de casal bastante saudável.

No entanto, a minha opinião relativamente aos casamentos tem sofrido algumas alterações.

Continuo com a mesma ideia de que não deve desvalorizar a união amorosa e que as responsabilidades do casal não acrescem só por estarem casados!

O casamento não é nem o início nem o fim de algo. O casamento é uma celebração, uma festa. Uma festa muito cara, está claro!... Mas uma festa que considero maravilhosa e uma das mais importantes. A celebração do amor.

Não é bonito?! Não há qualquer tipo de ironia nas palavras que lêem, caros leitores. Eu considero hoje em dia o casamento uma celebração genuinamente bonita, precisamente por celebrar um dos laços mais importantes das relações humanas.

O casamento é um dia de paz e de alegria.

Mas para que um casamento tenha o mesmo significado para toda a gente, é necessário que o casal seja genuíno no que está a celebrar. Estar junto com uma pessoa não é a mesma coisa que estar apaixonado. Estar a viver com alguém não é sinónimo de viver em união.

Num amor verdadeiro há partilha. Duas metades formam uma unidade, mas essas próprias metades são também uma unidade sólida. E é por se esquecer deste facto que muitos casamentos não dão resultado.

Quando era novo, dizia que não compreendia os casamentos. Hoje em dia continuo a não compreender muitos casamentos, mas compreendo finalmente a importância da celebração.

 

Música do Dia: The Sound Of Music - Abertura (1965)

 

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publicado às 13:23

Música: Celtic Treasure

por Blogs Zé Consciência, em 08.08.14

Compus esta música em 2008 para ser tocada apenas com guitarra acústica.

Estive alguns anos sem a tocar ou ouvir.
Hoje encontrei-a perdida no computador e pensei em criar esta versão com mais uma guitarra solo, baixo e bateria. Todos os instrumentos são tocados por mim, menos o baixo.
Espero que gostem!

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publicado às 14:28

Partilha: Passageiros de metro ajudam uma pessoa.

por Blogs Zé Consciência, em 06.08.14

Isto merece ser partilhado!

Um homem ficou com a perna presa entre o metro e a plataforma.

Como forma de o ajuda, todos os passageiros sairam e uniram esforços para afastar o metro e conseguir libertar a sua perna.

Isto diz muito sobre a força que temos quando nos unimos e vai contra todo o tipo de hostilidades que o nosso orgulho, teimosia e ganância inventam.

 

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publicado às 12:08

Crónicas Videojogos: Sam & Max: Beyond Time And Space

por Blogs Zé Consciência, em 06.08.14

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publicado às 09:17

Uma criança adulta

por Blogs Zé Consciência, em 02.08.14

É incrível como o tempo passa e eu me continuo a sentir uma criança por dentro. Julgo que todos os meus caros leitores têm o mesmo sintoma.

Ainda outro dia (há um ano atrás) eu estava a passear com duas amigas minhas na faculdade e deparei-me com a tampa do esgoto no meio da estrada. O meu instinto incentivou-me a dar um pulo por cima dele, mas outra voz imediatamente se opôs dizendo "já estás velho demais para essas criancices" e limitei-me a pisar a tampa.

Todos nós fazemos o mesmo. À medida que o tempo passa vamos abafando cada vez mais a criança que está dentro de nós.

Mas depois de o fazer, questiono-me sempre: Porquê?

Tudo bem que não considero de todo positivo fazer disparates e ser irresponsável. Mas será assim tão mal sermos um pouco loucos de vez em quando, ou satisfazer a nossa mente com pequenos prazeres que teimam em ficar desde a nossa infância?

Não creio.

Este ano já vi muitos filmes, e posso-vos garantir, meus caros leitores, que até agora o meu preferido foi o Como Treinar O Teu Dragão 2, a obra-prima de animação da DreamWorks Animation. Um filme de animação, caros leitores! (E um muito bom, deixem-me que vos diga).

Ainda hoje eu sou um indivíduo muito brincalhão com toda a gente (quem me conhece pode comprová-lo), e podem crer que sempre o serei. Sempre serei um louco controlado, vivendo a vida com um sorriso na cara e tentando sempre contagiar quem me rodeia, nunca me esquecendo que sou um adulto a dar os seus primeiros passos para a grande jornada da vida. 

 

Música do Dia: Adoniran Barbosa - O Trem Das Onze (1964)

 

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publicado às 23:22

Verão? És mesmo tu?

por Blogs Zé Consciência, em 01.08.14

O verão está aqui! Não está?
Cronologicamente deveria estar, mas meteorologicamente não me parece.

Lembram-se do primeiro dia oficial de verão? Eu lembro-me que me esqueci do guarda-chuva.

Não me posso queixar, tivemos dias muito quentes que me coraram os braços e a cara como se fossem croissants.

Mas a verdade é que também houve muitos dias com vento e alguns ainda que se atreveram a trazer chuva.

Pior que isso, é o facto de quase toda a gente que conheço estar ou já ter estado constipada (eu incluído). Eu costumo sempre dizer (perdoem-me os amigos que já ouviram estas palavras) que apanhar uma constipação no verão é como apanhar um escaldão no inverno. É possível, mas fora do vulgar!...

E parece que neste inverno iremos mesmo apanhar um escaldão, tendo em conta que já ouvi dizer que o verão só vai entrar em grande em setembro e outubro.

Tal como aconteceu no ano passado, o termostato necessita de manutenção.

 

Música do Dia: O-Zone - Dragostea Din Tei (2003)

(Não sei se foi por ter bebido um bocado demais, mas esta música não me sai da cabeça...)

 

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publicado às 22:57


No final do dia, sobra sempre uma ideia para conversar e refletir. Zé Consciência

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