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O propósito

por Blogs Zé Consciência, em 12.10.13


Uma vez perguntaram ao Bill Gates qual era a receita para se ser rico. Simplesmente respondeu: "Fazermos o que gostamos e melhor que os outros."

Já pensei muitas vezes nesta frase (principalmente quando estava a estudar Nutrição e decidi desistir para ir para Educação Musical).

Eu adoro ciência! Aliás, sempre gostei. E se não gostasse seria estranho, tendo em conta que os meus pais trabalham os dois nessa área.

Mas eu tenho a alma de um artista, adoro imaginar e tornar real essa imaginação. Mais especificamente, ouço constantemente músicas novas dentro de mim e adoro torná-las reais.

Voltando à frase do Bill Gates, não sou muito de competições, mas não deixa de ter razão quando diz que devemos ser "melhor que os outros". Afinal de contas, é preciso destacarmo-nos para termos sucesso, e é este sucesso que nos enche os bolsos.

No entanto, não é do meu interesse ser o homem mais rico do mundo, mas tenho muito interesse em sustentar a minha vida com a música e o ensino.

Não é uma questão de dinheiro, mas sim de recompensa e reconhecimento.

Não há nada melhor que isso! Porque quando somos reconhecidos, sentimos que somos aceites na vida, no mundo em que vivemos.

Cumprimos o nosso propósito, que é deixar cá a nossa marca.

Estou a fazer por deixar a minha.


Música do Dia: Ludacris - Rest Of My Life (c/ Usher e David Guetta) (2013)


Fonte da imagem, clique aqui

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publicado às 14:45


3 comentários

De artur santos a 12.10.2013 às 23:49

Nunca serei rico,porque faço aquilo que gosto sem ser melhor que os outros,antes pelo contrário. E o que gosto mesmo,é escrever,concentrado,de seguida e sem interrupções.
Sou um homem médio. Quando falamos em valores médios,situa-mo-nos nos níveis dos homens e situações que conhecemos. Assim,distraímo-nos dos números e tendemos a dar atenção ao que conhecemos e ao que nos rodeia e que,sendo ou não próximo de uma qualquer média são para cada um de nós as referências a partir das quais pensamos,decidimos e vemos o mundo.Ainda assim os números existem e,eu não conseguindo ser um escritor,discutível,mesmo pior que todos os outros,mas que permite estabelecer comparações e,mostrar aspectos que não são óbvios de outras formas.
Para média,quer física quer cognitiva,quer afectiva,assuma-se que estou muito longe de qualquer desejabilidade social, mesmo que média.Como tal,isto significa que já estou entrado na idade,qeu possuo discursos e práticas de pessoas que já ultrapassaram uma fase criativa e generosa em que tudo é possível.
É esta a opinião de alguns que me criticam,mas nunca escreveram nada.
E mais,não digo...

De artur santos a 13.10.2013 às 22:29

Acrescentando um pouco mais ao comentário que já fiz,gostaria de dizer que quanto mais medíocres as pessoas,mais promovem a mediocridade,até porque se assustam com as que ultrapassaram esse nível. Mas o conformismo e a desconfiança alinham lado a lado e são do mais desagradável que há.São resultantes prováveis de pseudo-letrados.
Dá para ver em pequenos pormenores,que vivem azedos e descrentes.Desculpa este inusitado prolongamento,Está bem?

De Blogs Zé Consciência a 14.10.2013 às 23:51

Sem problema, avô! O Pensamento do Dia é meu, mas a secção dos comentários é dos meus leitores.

Há pessoas que rebaixam os outros por ser a única forma de se sentirem superiores. Infelizmente nem toda a gente percebe que tem um cérebro capaz de criar o que quiserem. Não se dão a esse trabalho, dizem que não são capazes e insultam quem gosta de o fazer.
E isso é simplesmente triste.

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