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Quando o passado e o presente se misturam

por Blogs Zé Consciência, em 21.12.13

Partilho hoje com os meus caros leitores algo que é capaz de desagradar a muita gente, mas que merece ser analisado.

Ao contrário de muitos amantes de "boa música" (e quando falo em amantes de "boa música" falo de pessoas que admiram maioritariamente música erudita) eu sou um apaixonado por qualquer género musical.

A razão porque "boa música" está entre aspas, é porque eu considero que a música erudita não é boa só por ser erudita, mas sim pela sua qualidade e pelo significado que tem para mim. 

Adoro os trabalhos do passado e admiro muito o empenho envolvido na criação de obras imortais.

No entanto, também sou um apaixonado pelo progresso, sendo um grande fã de pop, rock, hip-hop e eletrónica.

Uma das coisas que mais gosto é quando os dois mundos, do passado e do presente se juntam, provando que apesar de ser diferente do que se fazia antigamente, a música de hoje é também boa música.

 

Assim, partilho convosco uma composição contemporânea, A New Renaissance de Dave Hewson, escrita ao estilo do Barroco (Bach, Vivaldi, Händel e Seixas), que é uma obra maravilhosa que nos carrega numa viagem para muitos séculos atrás.

 

Maravilhoso, não é?
A próxima partilha já não foi escrita por um compositor, mas criada num computador por um DJ/Produtor Musical. É um género recente, denominado Dubstep, que mistura diferentes ruídos eletrónicos com efeitos sonoros, todos dentro dum rítmo fixo.
No entanto, uma característica desta música, é que usa a que mostrei anteriormente como base melódica.
Isto significa duas coisas; que o DJ tem muito bom gosto (aliás foi através dele que conheci a obra de Dave Hewson) e que o seu trabalho de produção é claramente genial, tendo tido certamente horas de trabalho e de dedicação.
Apesar da base deste género serem ruídos e efeitos sonoros, vão reparar que a música mantém as suas frases numa estrutura, ou seja, as frases repetem-se e matêm o mesmo rítmo ao longo do tempo.
Esta mistura entre o passado e o presente chama-se Polyhimnia e é do Scout McMillan.
Desfrutem!
Fonte da imagem, clique aqui

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publicado às 13:26


4 comentários

De gc a 21.12.2013 às 14:42

Adorei ambos os videos. O meu gosto musical também é bastante amplo e o seu blog foi uma agradável descoberta. Parabéns pelo mesmo

De Blogs Zé Consciência a 21.12.2013 às 15:39

Muito obrigado! É sempre bom sabermos que o que fazemos por gosto é do agrado dos outros que nos rodeiam.

De Artur Santos a 22.12.2013 às 23:26


Embora com um conhecimento já remoto do primeiro texto,como aconteceu nessa altura adorei agora.
Quanto à segunda versão,comecei por pensar que iria ouvir o mesmo,o que seria estranho,até à entrada dos arrotos, do coaxo de rãs ou outros animais, e sons que não entendi. Desculpa,mas não posso acompanhar a tua opinião.
Um BCDV.

De Blogs Zé Consciência a 22.12.2013 às 23:32

É perfeitamente compreensível, avô.
O género dubstep foca-se muito nos ruídos eletrónicos e há muita gente que não consegue gostar ou compreender sequer porque é que o género existe.

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No final do dia, sobra sempre uma ideia para conversar e refletir. Zé Consciência

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